Manhã submersa
Esta Luz que nos rodeia,
Que passa e não se instala.
Olhamo-nos de frente
De olhos caídos e pesados,
A sonolência é um atraso.
Sinto o pavor do sentimento,
Cobrado em dobro pelo pedinte,
E na manhã submersa
O peso morto do teu caixão.
A tua sobrancelha, frange
E o teu olhar mudou,
Vejo o sangue, que te tinge o rosto
E me marca de veludo a alma.
A lua mudou de posição,
E com o teu cordel, teimas em puxa-la
Parece querer cair,
E com ela todo o meu corpo tombar.
Vá, vem tocar-me e olhar-me
Mergulhada nesta água transparente,
De olhos abertos e respiração trancada,
Esperando a vontade de emergir.
Que passa e não se instala.
Olhamo-nos de frente
De olhos caídos e pesados,
A sonolência é um atraso.
Sinto o pavor do sentimento,
Cobrado em dobro pelo pedinte,
E na manhã submersa
O peso morto do teu caixão.
A tua sobrancelha, frange
E o teu olhar mudou,
Vejo o sangue, que te tinge o rosto
E me marca de veludo a alma.
A lua mudou de posição,
E com o teu cordel, teimas em puxa-la
Parece querer cair,
E com ela todo o meu corpo tombar.
Vá, vem tocar-me e olhar-me
Mergulhada nesta água transparente,
De olhos abertos e respiração trancada,
Esperando a vontade de emergir.

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